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Autenticação

Ouvidoria vai à Escola incentiva estudantes de Canavieiras a participar do dia a dia da escola

ouvidor TCEA socialização do conhecimento e a participação ativa dos alunos do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães de Canavieiras marcaram, nesta quinta-feira (18.05), a apresentação do Projeto Ouvidoria vai à Escola naquele município. Com o objetivo de incentivar a comunidade escolar e toda a sociedade a participar do dia a dia da escola pública, o ouvidor Paulo Figueiredo falou sobre os controles interno, externo e social, ressaltando a importância da participação dos alunos no processo.

O servidor afirmou que os jovens são os atores principais para inibir o mau uso do dinheiro público e convidou os alunos a se tornarem auditores sociais na comunidade. Na oportunidade, alunos e professores conheceram o projeto Ouvidoria vai à Escola, refletiram sobre gestão participativa e tiveram a oportunidade de dirimir dúvidas.

Paulo Figueiredo orientou os estudantes sobre direitos e deveres, ensinando-os sobre cidadania, e apresentou os canais de comunicação do TCE/BA para registrar denúncias, a exemplo do WhatsApp (71) 99902-0166 da instituição, o telefone 0800 2843115 e o site www.tce.ba.gov.br.

galeraA apresentação contou com a exibição de dois vídeos, sendo um motivacional e outro institucional. O primeiro mostrou um exemplo de superação pessoal e transmitiu a mensagem de que, apesar das dificuldades encontradas ao longo da vida, o estudo é a chave-mestra para abrir portas para o futuro. Já o segundo vídeo divulgou as atribuições, competências e canais de comunicação do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA).

Paulo Figueiredo apresentou os produtos de comunicação como a “Versão Cidadã do Relatório e Parecer Prévio do TCE/BA sobre as Contas do Chefe do Poder Executivo da Bahia”, a cartilha “O TCE/BA quer ouvir você” e a revista em quadrinhos “Você no Controle”.

“A palestra serviu para abrir os nossos olhos. Temos o dever de acompanhar o trabalho dos políticos e dos gestores públicos e cobrar deles. Vamos começar a investigar e a fiscalizar tudo o que acontece no município”, disse a estudante do 2º ano do ensino médio Isabella Cardoso Magnavita, de 15 anos.