Ir para o conteúdo

Autenticação

Comunidade estudantil de Esplanada e Aporá aprende a fiscalizar obras e serviços públicos

 

 

protagonistaOs estudantes da rede pública de ensino dos municípios de Esplanada e Aporá (Colégios Celina Saraiva e Prof. Áurea dos Humildes Oliveira) participaram, nesta terça-feira (28.11), do Projeto Ouvidoria vai à Escola. Na oportunidade, o ouvidor adjunto do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, Paulo Figueiredo, expôs o trabalho que vem sendo realizado pela Corte de Contas com o propósito de aproximação com a sociedade. Como exemplo, citou o empenho da Ouvidoria em levar aos cidadãos informações que fortaleçam o controle social, estimulando os contribuintes a cobrar das instituições o bom uso dos recursos públicos. Figueiredo lançou a semente da informação para que os cidadãos possam exigir seus direitos e cobrar que os recursos públicos cumpram sua função social.

O Tribunal de Contas do Estado da Bahia vem disseminando por todo estado uma importante mensagem – os controles interno, externo e social são fundamentais para que o cidadão tome conhecimento dos seus direitos e exija que os gestores das instituições governamentais utilizem os recursos públicos de forma criteriosa, garantindo que o dinheiro arrecadado se transforme em bons serviços para a sociedade.

apresentas2apresentas1

 

 "Estamos saindo dos gabinetes e vindo até aqui convidar vocês para exercer o controle social, que, ao meu ver, é o controle mais importante. Uma sociedade alerta, esclarecida, que cobre seus direitos, pode e muito ajudar o Tribunal a reforçar o seu controle externo através da participação cidadã", disse o servidor.

arretadaE o que os alunos do ensino médio de uma escola pública estadual podem aprender ao conhecer as atribuições e competências do TCE/BA? Vitória Alves Gouveia, 17 anos, estudante do 3 ano do Colégio Prof Áurea dos Humildes, tem a resposta na ponta da língua: "Esse evento é importante para a democracia porque nos dá o direito de nos expressar. É muito bom aprofundar nosso papel na sociedade e saber o que as instituições de controle podem fazer para que a população seja incluída. Mas também é preciso que pessoas como vocês não apenas nos ouçam, mas reformulem as políticas para que realmente haja mudanças", disse a adolescente.

Para Camila Vitória Rodrigues de Andrade Correia, estudante do 2 ano do ensino médio do Colégio Celina Saraiva, a presença da Ouvidoria do TCE transmite um sentimento de pertencimento e de inclusão. "Este projeto demonstra que a gente pode participar, sinalizar, melhorar as nossas ações para nos comprometermos mais. É a primeira vez que participo de um evento assim e me sinto bem em poder opinar, falar dos problemas e necessidades da nossa escola".