principal auditoresO conhecimento constitui a essência dos eventos coordenados pelas instituições de controle do país. E neste aspecto, o IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas, realizado de 2 a 5 de dezembro, em Florianópolis/SC, deixa o seu legado por meio de palestras, oficinas, painéis e lançamentos de publicações conduzidos por operadores do controle e conferencistas da mais alta categoria.

Entre o público seleto que participa do evento estão os auditores da Casa de Contas e Controle da Bahia. São eles que, no dia a dia, planejam trabalhos, avaliam e verificam todas as questões relativas à fiscalização dos recursos públicos estaduais. Com olhos atentos na programação do grande encontro, os auditores do TCE/BA traçaram suas impressões sobre o IV Congresso.

De acordo com o secretário de Controle Externo do TCE/BA, José Raimundo Bastos Aguiar, participar de eventos como esse representa sempre uma oportunidade de conhecer o que os outros órgãos de controle têm feito que se possa melhor avaliar e aprimorar a nossa própria atuação. "Somente com a contínua capacitação, seguida de uma efetiva reflexão sobre novos conhecimentos e procedimentos compartilhados, poderemos manter a visível evolução da contribuição dos Tribunais de Contas para a sociedade", disse José Raimundo.

DEPOIMENTOS

lideres tceba"O evento representou um marco essencial para o aprimoramento do controle externo, proporcionando um ambiente de profunda reflexão e troca de experiências, alinhando as melhores práticas globais com os desafios locais da administração pública brasileira".

Marcos André Sampaio de Matos, coordenador da  7.ª Coordenadoria de Controle Externo (CCE)do TCE/BA.

"O congresso trouxe palestras relevantes e experiências práticas de outros tribunais, que ampliam a visão sobre formas de aprimorar o controle externo. Por exemplo, as reuniões técnicas do Comitê de Saúde apresentaram questões atuais da área e indicaram caminhos para análises mais consistentes. Já as discussões sobre equidade racial reforçaram o papel central da educação na transformação social, mas mostraram que ela não é suficiente se as condições de partida são desiguais. É preciso garantir oportunidades justas, por meio de políticas públicas que reduzam desigualdades em saúde, saneamento e direitos humanos, temas que têm relação direta com as atuais competências da 2.ª CCEE".

Denilson Machado, coordenador da 2.ª CCE.

"O IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas foi uma experiência extremamente enriquecedora. As discussões apresentadas ampliaram minha visão sobre práticas de controle e fortaleceram meu compromisso com a melhoria contínua da gestão pública. A troca de conhecimento com especialistas nacionais e internacionais trouxe dicas valiosas. Retorno ao TCE-BA motivado a aplicar novas abordagens no trabalho diário. Eventos como este são essenciais para qualificar ainda mais nossa atuação como auditores".

Israel Santos de Jesus, coordenador da 5.ª CCE.

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