- 09 de Outubro de 2014
O Tribunal de Contas do Estado da Bahia promove, dia 10 de outubro (sexta-feira), a 7ª Caminhada de Prevenção contra a Obesidade. A ação faz parte do Programa Saúde e Bem-Estar no TCE. Os interessados devem inscrever-se no Serviço de Assistência Social (Seras), nos amais 4475 e 4685. A saída será às 6h30, na frente da sede do TCE. Depois, os participantes seguirão pela 5ª Avenida, até a Fundação Luís Eduardo Magalhães, retornando novamente à sede do Tribunal de Contas. A Caminhada é organizada pelo Seras, Diraf, GRH e GMO, e conta com o apoio da Polícia Militar, Asteb, Tribunal de Contas dos Municípios, Ascom e Cedasc.
Dados do Ministério da Saúde revelam que mais da metade da população brasileira sofre atualmente com a obesidade. Cultivar hábitos saudáveis de alimentação e fazer atividades físicas são formas de se prevenir contra a doença.
- 09 de Outubro de 2014
O Tribunal de Contas do Estado disponibiliza uma ferramenta de consulta voltada para o acesso às informações sobre sua execução orçamentária e financeira. Para utilizar a ferramenta, selecione um período:
Despesas efetuadas a partir de janeiro de 2013.
Dados abertos
Além da ferramenta para consulta, é possível acessar os dados sobre a execução financeira do TCE-BA de forma automatizada, por meio dos arquivos disponibilizados logo abaixo, os quais apresentam as seguintes características:
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Os aquivos estão em formado CSV;
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O nome do arquivo indica o exercício ao qual os dados se referem;
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Os arquivos são atualizados mensalmente, no primeiro dia do mês;
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Para cada exercício, os dados mensais são acumulativos;
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Para cada arquivo, as informações referem-se aos dados do penúltimo mês completo (M-2). Exemplo: em 1º de Outubro de 2018, os dados disponibilizados referem-se ao período de janeiro/2018 até agosto/2018. O arquivo alusivo ao exercício corrente somente estará disponível a partir de 1º de março.
- Execução orçamentária e financeira da despesa - Exercício 2013
- Execução orçamentária e financeira da despesa - Exercício 2014
- Execução orçamentária e financeira da despesa - Exercício 2015
- Execução orçamentária e financeira da despesa - Exercício 2016
- Execução orçamentária e financeira da despesa - Exercício 2017
- Execução orçamentária e financeira da despesa - Exercício 2018
Para melhor compreensão dos dados disponibilizados, acesse o nosso Dicionário de Dados .
- 01 de Outubro de 2014
Um dia destinado ao intercâmbio de experiências entre bibliotecários e arquivistas de Tribunais de Contas do Brasil e de outros países. Assim pode ser definida a segunda etapa do 6º Fórum Nacional de Bibliotecários e Arquivistas dos Tribunais de Contas, que ocorreu em Salvador, quarta-feira (1º.10), no edifício-sede do Tribunal de Contas do Estado da Bahia. O encontro, que este ano traz o lema Cooperação na WEB 2.0, tem ainda como objetivo o compartilhamento de conhecimentos na área de informação.
No turno da manhã, a professora do curso de Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes da USP, Nair Kobashi, apresentou o tema "Indexação". A especialista considera que a organização da informação é uma sub-área da gestão do conhecimento nas organizações. Por essa razão, a informação não deve estagnar-se, mas sim circular entre os colaboradores para facilitar o fluxo de suas atividades. "E as áreas de biblioteconomia e documentação têm exatamente esta função – facilitar o acesso do público externo, dando uma ordem à informação. E esta ordenação assume um papel importante nos Tribunais de Contas, que são órgãos fiscalizadores".
Nair Kobashi citou ainda a padronização como importante elemento no fluxo da informação. "Se o processo não é padronizado, muitas vezes o acesso a determinada informação se perde ou torna-se inútil. As bibliotecas promovem exatamente isso, a padronização da informação, a organização, para chegar àquilo que realmente precisamos", explicou a professora, destacando a importância do evento.
Em seguida, a bibliotecária e supervisora de conteúdos do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Lilia Márcia Pereira Vidigal de Oliveira, expôs o estudo de caso "Metodologia de Construção e Uso do Vocabulário Controlado do Distrito Federal (VCDF) na Indexação dos Normativos. Em resumo, tratou de explicar a experiência do TCDF na criação de um Tesauro de Contas, instrumento de pesquisa que controla a terminologia utilizada na doutrina, na legislação e na jusrisprudência dos TCs. Trata-se de um campo de palavras estruturadas que facilita o acesso à informação com base na uniformização.
Lilia de Oliveira considera o Bibliocontas um evento de extrema riqueza para os profissionais da área da informação: "Conhecer o que cada um de nós está fazendo é muito importante. Levamos daqui boas ideias para replicar no nosso órgão. Um evento como esse representa economia de recursos, de esforços e enriquecemos o nosso fazer dentro das nossas casas", explicou.
No turno da tarde foi a vez dos seguintes arquivistas e bibliotecários dos TCS contarem suas experiências: Júnia Beatriz Oliveira de Souza (Biblioteca Ministro Ruben Rosa/TCU); Júlio César Schroeder Queiroz (Arquivo do TCE/MG); Maria Aparecida Ferreira de Morais Alves (Biblioteca Jarbas Maranhão / TCE-PE); Eliéser Elias dos Santos Marques (Biblioteca Ministro Moysés Vellinho); Herly Silva de Andrade Galli (Biblioteca Ministro José de Moura Resende / TCE/SP); Maury Antonio Cequinel Júnior (Biblioteca do TCE/PR); Adriana Rangel Pereira (Divisão de Documentação e Arquivo do TCE/PB); Ana Verônica Pereira Figueira (Arquivo do TCE/BA).
OUTROS DEPOIMENTOS
"Estamos aqui nesta conferência para colher informações, adquirir mais experiências com outros colegas e construir o processo de arquivamento da Câmara de Contas do Timor-Leste a partir de referências com outros países. Nosso País passou a ter uma Câmara de Contas em janeiro de 2013. Portanto, para nós, é algo novo. A partir da Lei Orgânica 9000/2011, o Ministério da Justiça designou várias pessoas para serem capacitadas e formar o quadro de funcionários da Câmara de Contas. Salvador é uma cidade excelente, com um povo simpático. Se eu não viesse na condição de profissional, certamente passaria mais tempo aqui".
Marcelino Pereira, servidor da Câmara de Contas do Timor-Leste
"Gostei muito de participar deste evento. Atualmente, na Câmara de Contas do Timor-Leste não existe uma biblioteca. Como recebemos este convite para participar do 6º Bibliocontas, o nosso presidente nos designou para acompanhar como funcionam as bibliotecas e arquivos nos Tribunais do Brasil. Estamos aprendendo a montar os nossos arquivos".
Manuel Luan, servidor da Câmara de Contas do Timor-Leste
"Eu acho o evento muito importante, estamos a aprender muita coisa, uma vez que nós, de Moçambique, estamos ainda numa fase embrionária. Temos a nossa tabela, o nosso plano de classificação, mas ainda precisamos de aprender mais alguma coisa. Esse evento está nos ajudando a enriquecer o nosso conhecimento".
Sebastiana José Manuel Lubrino, servidora da Câmara de Contas de Moçambique
"Estamos numa fase embrionária em relação à área de biblioteca e documentação, mas vivemos um momento galopante em relação à organização de arquivos. Moçambique possui um dispositivo que regula o sistema nacional de arquivos. Neste momento, todas as instituições da administração pública estão a conceber os seus planos para a classificação de documentos. O Tribunal Administrativo também está neste processo. Um plano já foi submetido às autoridades competentes para a sua aprovação. A conferência é positiva, pois temos contato com muitos conhecimentos".
Eugênio Pedro Cumba, servidor da Câmara de Contas de Moçambique










- 30 de Setembro de 2014
Dos desenhos rupestres ao pergaminho. Do pergaminho ao livro. Do livro ao computador. Do computador ao telefone celular. Como profetizou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, o mundo contemporâneo não tardou a se tornar uma aldeia global, na qual "tribos" de todos os continentes se comunicam com avidez e celeridade. Neste macrocosmo de informações, as instituições precisam reinventar o gerenciamento de informações com o intuito de orientar, preservar, disseminar e intercambiar seus conhecimentos a fim de garantir a sobrevivência.
Imbuídos do espírito de renovação e amor pelo conhecimento, bibliotecários e arquivistas de vários Tribunais de Contas do Brasil e de outros países participaram, dia 30.9, da 6ª edição do Fórum Nacional de Bibliotecários e Arquivistas dos Tribunais de Contas (VI Bibliocontas/Cooperação na web 2.0). O evento, que prossegue até o dia 3.09, teve início com a apresentação do Coral dos Meninos do Bairro da Paz, regido pelo maestro Keiler Rêgo. Em seguida, o presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, Inaldo da Paixão Santos Araújo, abriu oficialmente o encontro com um discurso (Leia aqui, na íntegra). Dando prosseguimento à programação do 6º Fórum, o presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia, Marcos Paulo Viana, fez uma saudação aos convidados.
Na avaliação da gerente de Biblioteca e Documentação do TCE, Denilze Sacramento Alencar, o Fórum é um exemplo da busca pela renovação na forma de os TCs lidarem com a informação. "Ouvindo a experiência de todos os nossos colegas, temos a oportunidade de trocar experiências com o objetivo de gerenciar melhor as informações que dispusemos e fortalecer o controle. A marca mais importante deste fórum é a cooperação. Todos aqui são apaixonados pela área de biblioteconomia e arquivo. E temos o maior prazer em cooperar uns com os outros, além de compartilhar experiências e disseminar informações que servirão para avançarmos no Controle Externo", disse a servidora.
DEPOIMENTOS DOS PALESTRANTES
"O site de edição do Diário Oficial Eletrônico foi desenvolvido internamente pelo TCE, aproveitando as experiâncias de outros TCs do Brasil. E representou uma significativa redução de custos com a publicação dos atos oficiais do Tribunal".
Edmilson Galiza, diretor geral do Cedasc – proferiu a palestra "Implementação do Diário Oficial Eletrônico"
"Estamos vivendo uma era da oportunidade que é efetivamente fazer cumprir o nosso papel de área de informação. Vivemos uma fase após a implantação da Lei de Acesso à Informação nas organizações públicas. Com a lei, a cultura da transparência tem sido fortalecida e o papel das áreas de informação também. Mas onde procuramos a informação de credibilidade? Onde se pode organizá-la e disponibilizá-la para o público, como as bibliotecas e os arquivos. Precisamos preencher esta lacuna, este espaço entre as instituições e a sociedade. Para isso é necessária uma mudança de cultura que não acontecerá rapidamente. A demanda da sociedade é que vai definir quais os ativos de informação que é preciso disponibilizar. À medida que isso vai acontecendo, temos uma base de conhecimento para definir o conteúdo a ser disponibilizado".
Professora Neide Di Sordi – proferiu a palestra "Gestão do Conhecimento, Pesquisa e Inovação nas Unidades de Informações do Sistema de Contas Públicas"
"Eu acho muito importante o compartilhamento, as iniciativas, a divulgação dos trabalhos dos Tribunais de Contas porque temos basicamente a mesma linguagem. A troca de experiências é fundamental para alavancar os Tribunais. E a matéria-prima dos TCs é comum – proteger os recursos públicos. Quando essas iniciativas são compartilhadas em fóruns como este, há uma economia de recursos. O que ressalto como mais importante na minha apresentação é perceber que quando o Tribunal de Contas do Distrito Federal começou a fazer a gestão do conhecimento e da informação, definir a missão e ter objetivos, ele começou a ter referências e resultados em cada atuação".
Dra. Andrea Fortaleza – proferiu a palestra "A Construção do Tesouro no Âmbito do TCDF – Experiência do Ponto de Vista Institucional e dos Usuários"
"É a primeira vez que participo deste encontro e estou muito feliz. Esta expressão que tanto ouço aqui, compartilhamento de experiências, é de extrema importância. Cada órgão tem a sua característica, mas o que almejamos de fato? A transparência do dinheiro público... o meu dinheiro, o seu, o de todos os cidadãos. Então é preciso saber como este dinheiro foi aplicado. É preciso lembrar que cada ato, após assinado, se transforma em um documento que estará disponível para a sociedade. Aqui todos estamos aprendendo e está sendo sensacional. As experiências que temos no nosso local de trabalho nenhuma academia nos dará".
Rosemeri Ribeiro Vasconcellos, coordenadora do arquivo do TCE do Espírito Santo
"O evento está de parabéns pela organização. Este Fórum já começa sendo um sucesso pela qualidade das palestras. O debate denso e a troca de experiências nos enriqueceu muito. Na minha apresentação, mostrei para os colegas o meu dia a dia, o trabalho feito com dedicação, porque todos nós, dessa área, trabalhamos com muito empenho. Foi bom perceber as realidades da área em vários estados, as dificuldades de cada, as coincidências, e depois debater sobre tudo o que vivenciamos".
Valéria Gouvêia Ghanem, gerente da Biblioteca Conselheiro Nereu Corrêa/ TCE/SC










- 26 de Setembro de 2014
O ensaio do Coral Vozes do TCE/TCM teve mais um toque de alegria, descontração e de conhecimento sobre tessituras de vozes, dia 26.09, no térreo do edifício Conselheiro Joaquim Batista Neves. O maestro Neemias Couto, regente do coro, explicou ao público que assistiu ao ensaio as extensões dos naipes de vozes femininas, como sopranos e contraltos, e de masculinas, como tenores, barítonos e baixos. Os trabalhos são realizados sob a coordenação da chefe do Seras, Maria Lusia Drummond da Silva Vita, e com o auxílio da servidora aposentada Aidil Creusa Santiago. Criado em junho de 2013, o coro vem se preparando para abrilhantar as comemorações pelos 100 anos do TCE, que ocorrerão em novembro de 2015. Os interessados em participar do Coral Vozes do TCE/TCM devem procurar o Serviço Social/TCE, ramal 54475.
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